A garganta arranha
a mão treme
o rosto febril
as pernas vacilam
a boca seca
os olhos choram
os ouvidos falham
a dúvida permanece
(...)
a boca seca a frase
seca a palavra
a mente seca
seca a saliva
seca a intimida
arranha.
as lágrimas arranham a face
arranha a frase
arranha a língua
a intimidade vacila
falha.
O olhar falha
a palavra falha
a mente falha a hora da lágrima
a poesia acaba.
arranha o ponto final
e fica assim... sem fim.
3 reflexões!:
E o fim são palavras vazias,
Lágrimas a esmo,
Coração despedaçado
E um monte de sonhos escorrendo pelos dedos...
Tem texto novo no Sub Mundos. Bjs.
http://submundosemmim.blogspot.com
Olá é a 3ª vez que vi o teu espaço online e adorei tanto!Bom Trabalho!
Até à próxima
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